segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Cien Años de Soledad

y el gozo que le produjo esa mujer, le había permitido entender por que los hombres tenían miedo a la muerte.
Cien Años de soledad (Gabriel García Márquez)

- "O sexo é o consolo que temos quando o amor não nos alcança."

- "Não existe pior desgraça que morrer sozinho."

GABRIEL GARCIA MARQUEZ

                    Gabriel Garcia Márquez: importante escritor colombiano do século XX
Gabriel Garcia Márquez é um importante escritor de contos, novelista, jornalista e ativista político colombiano. Nasceu em 6 de marco de 1927, no município de Aracataca. É considerado pela crítica literário mundial como sendo um dos mais importantes escritores do século XX. Em 1982, ganhou o Prêmio Nobel de Literatura, pelo conjunto de sua obra. A obra mais popular de Garcia Márquez é "Cem anos de solidão", onde o autor mistura o épico com o realismo fantástico.
Biografia de Gabriel Garcia Márquez (principais momentos e fatos de sua vida):

- Filho de Luisa Santiaga Márquez e Gabriel Eligio García. Seu pai era farmacêutico.
- Foi criado pelos seus avós maternos, pois os pais foram moram, em 1929, na cidade de Barranquilha.
- Em 1947, então com 20 anos, foi estudar Ciências Políticas e Direito na Universidade de Bogotá. Porém, abandou o curso sem terminá-lo.
- Em 1948, mudou-se para a cidade de Cartagena e começou a trabalhar como Jornalista.
- Em 1949, foi morar na cidade de Barranquilha para trabalhar como repórter para o jornal El Heraldo.
- Em 1954, começou a trabalhar como repórter e crítico para o jornal El Espectador.
- Em 1955, publicou seu primeiro romance "La Hojarasca".
- Em 1958 foi trabalhar na Europa como correspondente internacional. Ao retornar para Barranquilha, casou-se com Mercedez Barcha com quem teve dois filhos.
- Em 1961 foi trabalhar em Nova Iorque como correspondente internacional. Porém, suas ligações como o regime político de Cuba fez com que a CIA o perseguisse. Vai morar então no México.
- Em 1967, publicou sua obra mais famosa "Cem anos de solidão".
- Em 1982 vem o reconhecimento internacional de sua obra com o recebimento do Prêmio Nobel de Literatura.
- Seu interesse por cinema o fez fundar, em 1986, a Escola Internacional de Cinema e Televisão em Cuba.
- Vive atualmente em Cuba, onde luta contra um câncer linfático.


Principais obras de Gabriel Garcia Márquez:
- Relato de um náufrago - 1955
- Ninguém escreve ao coronel - 1961
- Cem anos de solidão - 1967
- A última viagem do navio fantasma - 1968
- Entre amigos
- Um senhor muito velho com umas asas enormes
- Olhos de cão azul
- O outono do Patriarca
- Crônica de uma morte anunciada -1981
- O verão feliz da senhora Forbes
- O Amor nos tempos do cólera - 1985
- O general em seu labirinto
- Doze contos peregrinos - 1992
- Do amor e outros demônios 1994
Link http://www.suapesquisa.com/biografias/gabriel_garcia_marquez.htm

Sobre minha compreenssão...

Sobre minha compreenssão dos estudos e leitura em torno do assunto Literatura Comparada, posso dizer que pelo nome própriamente dito é de fácil entendimento, pois denota investigação literária  entre duas ou mais literaturas,numa observação e interpretação mais apurada dessa denominação podemos perceber o quanto o tema trata se de investigações varidadas e metodologias diversas nas quais permitem ao cientista literário um vasto campo de atuação nessa mesma área.Pode se observar também que a literatura comparada, compara não somente pela simples ação de comparar, mas explora adequadamente aquilo que se tem como objeto de estudo.

Sobre Literatura comparada

Literatura Comparada

Por Ana Lucia Santana
A Literatura Comparada  nunca teve parâmetros rigorosamente fixados. Assim sendo, se a princípio lhe cabia investigar, no início do século XIX, a trajetória de um determinado autor ou de uma certa obra no exterior, ou pesquisar as marcas deixadas por uma produção literária em outra do mesmo país, ou as dívidas de uma criação em relação a uma anterior ou até mesmo contemporânea, hoje ela é ironicamente chamada de Estudos Culturais ou Comparatismo Cultural. Isso porque ela tem se ocupado mais, hoje, da comparação entre literatura e artes, ou entre literatura e disciplinas da área de humanas.
Sua tarefa seria, porém, analisar comparativamente duas ou mais literaturas. No entanto, este procedimento nunca foi uniforme, pois sempre se recorreu a métodos diferenciados, uma vez que os estudiosos deste campo abordavam objetos variados, trabalhando assim com um amplo espectro de ação, o que destaca o caráter de complexidade que a Literatura Comparada detém.
Há também uma carência de consenso entre as publicações sobre o assunto, principalmente quanto ás metodologias a serem adotadas. Tudo se torna ainda mais difícil quando se leva em conta que, muitas vezes, é necessário recorrer-se a uma metodologia mista, dependendo do que será analisado.
O importante é perceber, cada vez com maior clareza, que esta disciplina não deve ser entendida tão somente como um ato de comparação. Mesmo porque comparar algo é uma iniciativa de variadas áreas do conhecimento, um costume próprio do ser humano. A diferença na Literatura Comparada é que ela se torna o método por excelência, transformando-se no dado analítico principal. Este instrumento ajuda o pesquisador a investigar com mais propriedade a esfera com a qual ele se preocupa.
Atualmente, ao se observar mais intimamente a Literatura Comparada, fica claro que ela vem realmente sofrendo uma mudança profunda, talvez uma cisão entre dois paradigmas distintos no interior das pesquisas comparativistas. Se, por um lado, segue-se com a tradicional prática desta disciplina, por outro a literatura passa a se relacionar com a cultura e outros campos, tais como sociologia, psicanálise, filosofia e antropologia, analisada em pontos que se referem ao significado, à autoria, aos aspectos ideológicos, ao gênero, à identidade cultural e à diferença.
É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem. A França é o ponto de partida para os estudos comparativos, aí se fixando com maior rapidez, neste país assumindo a expressão com a qual se tornou conhecida em todo o mundo, embora às vezes competindo com o termo ‘literatura geral’ ou ‘literatura mundial’ – Weltliteratur, firmado por Goethe, em 1827. Hoje, a Literatura Comparada luta para estabelecer sua identidade e não se perder na amplitude de investigações em que vem se envolvendo.
http://www.infoescola.com/literatura/literatura-comparada/